A cruzada contra a concorrência laboral não se esgota com o Reino Unido. Esta negociação destina-se a fazer jurisprudência política para aplicar aos países recém-admitidos à Fortaleza Europa, ingenuamente ansiosos por poderem tirar o melhor partido do mercado comum com uma força de trabalho disposta a trabalhar o que for preciso para satisfazer os consumidores dos países a seu ocidente.

Ao mesmo tempo, levantam-se em todo o espaço europeu tarifas contra importações de países em vias de desenvolvimento. Estamos todos a ficar mais pobres, e a comprar desemprego, dependência estatal, e instabilidade social.


Autor: MS