Numa audição parlamentar surgida depois de, em Junho, o ministro de Estado e da Administração Interna ter anulado o resultado final do I Concurso de Prevenção Rodoviária, alegando uma “violação de requisitos formais e materiais”, o responsável lembrou que a PRP, que tinha vencido o concurso juntamente com a CONSOM/Produção e Comercialização de Som e Imagem e a Associação para a Promoção da Segurança Infantil, deixou de receber 1,3 milhões de euros, ficando todas as acções de prevenção rodoviária “paradas por falta de verbas”.
Nuno Magalhães, deputado do CDS, classificou a anulação do concurso como “algo extraordinário” e apontou a “falta de transparência” do processo.


Autor: MS