Ora, acontece que, graças ao Estado, as Ordens não são actualmente um espaço de liberdade auto-associativa. Pelo contrário, muitas delas funcionam, mercê da sua exclusividade e da obrigatoriedade de inscrição para o exercício da profissão, como organismos reguladores e certificadores exclusivos. É esse poder, essa absurda concepção de Ordem, que lhes permite, com o mais evidente dos proteccionismos, erigir regras que evidentemente distorcem o mercado e a livre prestação de serviços.


Autor: MS