Quem também se insurgiu contra a proposta foi a Juventude Popular. Em comunicado, a JP afirma que tal "medida vem coarctar a liberdade dos médicos, mas também a dos cidadãos que procuram acesso à medicina". Sublinhando que a "exclusividade paga-se e que o Estado teria, para garantir bons profissionais, que subir as tabelas remuneratórias", a JP critica Menezes pelo facto de não explicar de que forma é que seria feito o financiamento de mais este aumento de custos do SNS".

Público, página 7 - edição impressa de 29/02/2008. 


Autor: MS